segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Missão cumprida...mais ou menos!

Bom, a porta está instalada, e que linda que ficou, após horas de árdua labuta do Bruno e do nosso vizinho Tó (um trabalho em equipa!).

Mas para nossa tristeza suprema a máquina para a qual há agora espaço subejante na despensa não passa na ombreira da porta da dita! Não havendo portanto forma de colocar a máquina no espaço que lhe estaria reservado. Mas como nunca há espaço a mais numa despensa aproveitámos para por mais umas prateleiras e voilá temos uma despensa toda arrumadinha e limpinha e com uma porta muito gira!

Embuída de todo este espírito renovador, arrumador e limpador corri a cozinha e o escritório com o mesmo tratamento e isto tudo no último dia de férias, inteligente não?

Resultado: em vez de fresca e repousada para o trabalho chego derreada e a precisar de pelo menos 48 horas de "dolce fare niente" que obviamente me são totalmente impossíveis!

Mas pelo menos foram produtivas, as férias!

E para, entre outras coisas, poderem apreciar a bela porta aqui têm uma pequena visita guiada Chez Xisbunhirgos!

escrito às 14:25

domingo, 7 de outubro de 2007

Hoje é dia de bricolage!

O último dia da nossa última semanita de férias deste ano e vamos passá-lo a colocar uma porta de foles na despensa e a instalar na dita a máquina de secar que tem estado na arrecadação, para onde - podem imaginar - não é exactamente fácil transportar roupa molhada para secar!

As benditas portas de foles são uma excelente invenção, o espaço que eu vou poupar na minha despensa, vai permitir não apenas colocar lá a máquina de secar roupa mas também uma estante de prateleiras para mais arrumação.

Os próximos projectos são uns armários de parede para a cozinha e iniciar o processo de "des-atravancamento" do escritório.

Bom, tenho imenso que fazer! Um esplendoroso domingo para todos!

sábado, 6 de outubro de 2007

Eu e as palavras...

Desarticulada

Fogem, loucas - as palavras,
lançando-se no vazio,
Intrépidas!

Perseguem-me, deixam-me,
Salvam me!

Sussurram, gritam, cantam,
Amam!

Soluçam, gemem , sofrem
Trémulas!

Dançam, lânguidas
Como labaredas, consomem-me!
Possuem-me!

Murmuravam baixinho
não sei bem o quê,
uma melodia sem método,
quase sem som,
desarticulada...

R. Henriques, 2005

É muito raro ficar sem palavras, no entanto é bem mais comum que as minhas deixem de fazer muito sentido.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Primeiros passinhos!



A Julinha já dá uns passinhos, ainda pela mão, mas uns passinhos jeitosos!

Aqui podem ver o lindo bolo de anos que a tia "Lília" fez para a Juju e a tia "Xofia", não tá demais

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

sábado, 29 de setembro de 2007

...o insistente perfume de alguma coisa chamada amor

As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões
Os corações pegam fogo e depois não há nada que os apague
Se a combustão os persegue, as labaredas e as brasas são
O alimento, o veneno e o pão, o vinho seco, a recordação
Dos tempos idos de comunhão, sonhos vividos de conviver
As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixões
Os corações viram gelo e, depois, não há nada que os degele
Se a neve, cobrindo a pele, vai esfriando por dentro o ser
Não há mais forma de se aquecer, não há mais tempo de se esquentar
Não há mais nada pra se fazer, senão chorar sob o cobertor
As aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamam
Porque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixões
Os corações cortam lenha e, depois, se preparam p'ra outro inverno
Mas o verão que os unira, ainda, vive e transpira ali
Nos corpos juntos na lareira, na reticente primavera
No insistente perfume de alguma coisa chamada amor.

Sempre gostei deste poema, pela verdade que enuncia desde o seu início e pela esperança com que terminam as suas últimas quatro linhas.

Ufa... valeu para susto!

Afinal sempre tinha ficado no supermercado, na caixa! Recuperei tudo, cartões, carta, BI, cheques... dinheiro não tinha mas espero que o Bruno, que a foi lá buscar, tenha dado qualquer coisinha às caridosas almas do Modelo!

Ainda bem que não tinha ainda ligado ao banco!

Agora perdoem-me que vou ali dar umas cabeçadas na parede para ver se me curo de ser assim tão tonta e despassarada!