domingo, 29 de abril de 2007
Consulta na pediatra e fim de semana cá na Vila!
Deitámo-nos (relativamente) cedo no Sábado, mesmo tendo feito uma senhora sesta de tarde. Estáva a precisar de uma cura de sono mesmo! E que bem me fez!
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Deambulações nocturnas!
Esta noite, aliás era já quase manhã, acordei com um leve mas distinto ruído que se fazia ouvir no meu quarto.
Não era o "suave" roncar do gajo, nem vinha de algum dos vizinhos... mas estava lá. Os meus olhos varreram a penumbra do quarto à procura da fonte de tal ruído mas nada. Curiosa levantei-me da cama, dirigi-me ao quarto dos xisbunhirgos, constatei de imediato que apenas a cama de grades tinha ocupante, e esta dormia em silêncio!
Voltei ao quarto, já não se ouvia o tal ruído e não vi nada de especial, procurei no resto da casa: cozinha, casas de banho, roupeiros, sala, escritório... nada de Samuel. Não estava muito assustada o puto não teria ido longe que a porta da rua estva ainda fechada à chave... mas andava estupefacta... quem bem "escudido" estáva o raio do xisbunhirgo!
Voltei ao quarto disposta a acordar o gajo - que agora já roncáva a bom roncar - para me ajudar a procurá-lo! Qual o meu espanto quando dou com o Samuel ao pés da nossa cama, junto ao lado do pai. Deitado no chão, sobre a sua própria almofada, que tinha trazido da sua cama - e que fazia? Dormia descansado e aparentemente confortável aninhado no chão do quarto como um gatinho, todo enroladinho!
Peguei nele ao cólo, estremunhado ainda emitiu um "Mamã... não..." muito baixinho. "Vamos dormir para a caminha, filho que no chão não se dorme!" A resposta trôpega de sono foi "puquê?"
Eram 4h30, não sei desde quando ele ali estaria! O meu gatinho tonto!
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Mais que um desafio... um projecto
Quem me conhece sabe que às vezes consigo ser um pouco megalómana... e quando começo com ideias as coisas às vezes saem assim pr'ó pseudo grandiosas... mas como quem me conhece também me dá o devido desconto de loucura pré-senil...
não é grave!
E feito o pequeno "à parte" introdutório perfeitamente dispensável vamos ao que interessa.
Resolvi criar um espaço de escrita, um blog aqui no portal mas não um blog para mim, ou para qualquer outra pessoa: um blog para todos! E para quê? Para escrever, claro! Escrever o quê? Uma estória escrita por todas as penas, sem regras e sem destino, ao correr e sabor de uma tinta digital partilhada!
Estam convidados/as todas/os utilizadores do Portaljunior a participar, a escrever, a contribuir para esta estória.
É simples, basta aceder ao blog seguir as intruções e criar um novo post com mais um parágrafo, um capítulo, uma frase ou até mesmo uma só palavra! Pode ser ficção ou realidade dela disfarçada, podem ser os vossos sonhos ou pesadelos, podem ser apenas frases soltas ou pequenos contos...
Podem basear-se nos posts anteriores, ou mudar completamente de assunto, a única regra é que sejam estórias originais, escritas pelas vossas penas digitais!
Espero que o façam, a ideia não é peregrina, já foi usada com bastante sucesso noutras comunidades online, os resultados são geralmente surpreendentes!
Leiam, escrevam, contribuam aqui: http://blogs.portaljunior.com/estorias.
Nota 1: Teresa Pintor, a culpa disto é toda tua, não querias que lançasse um novo desafio?... Pois aí o tens! Devido a esta responsabilidade acrescida ficas sendo a única desafiada a participar, os restantes apenas são delicadamente convidados! 
Nota 2: Este novo blog é de todos, utilizem-no como se fosse vosso mas apenas para o objectivo acima exposto!
terça-feira, 24 de abril de 2007
Música para conduzir... mas com cuidado!
Para estrear o carro novo, nada como uma música pujante para dar ainda mais pica e sobretudo não adormecer ao volante... bem mas com isto quem é que consegue dormir!
Para quem não conhece, trata-se do Sr. Emir Kusturica um eslavo doido que faz uns filmes passados das cornetas - recomendo vivamente e hei-de rever em breve estes dois: A Vida é um Milagre e Gato Preto Gato Branco
Ai cinema... há quanto tempo... mas também sempre que olho para os cartazes... é só treta "amaricana". Não que eu não seja gaja para um filme "no brainer" como dizem os bifes mas agora que ir ao cinema é um luxo, parece-me deitar euros e oportunidades fora ir ver o que para aí anda, salvo raras e honrosas excepções, que raramente ficam tempo suficiente para eu lá conseguir ir vê-las! Buá... só me resta o S. DVD e já não é mau de todo!
Tralalá Bubamara... tralalé Bubamara.... pela noite a dentro! Viva a loucura!
segunda-feira, 23 de abril de 2007
"Os verdadeiros milagres fazem pouco barulho!"
No título recordo uma frase que li há já algum tempo e que sempre que pareceu tão verdadeira!
Hoje é dia mundial do livro, mas para dizer a verdade nunca me teria apercebido disso não fosse dar um pulinho ao blog da Loir@!
Lembrei-me por isso de fazer aqui uma pequena homenagem a um dos meus autores favoritos - Antoine de Saint-Exupéry.
Desculpem a falta de tradução mas não tenho tempo agora... 
Aqui ficam algumas frases de duas das suas obras:
Le Petit Prince (O pequeno Principe)
"Adieu, dit le renard. Voici mon secret. Il est très simple : on ne voit bien qu'avec le cœur, l'essentiel est invisible pour les yeux."
"Les hommes n'ont plus le temps de rien connaître. Ils achètent des choses toutes faites chez les marchands. Mais comme il n'existe point de marchands d'amis, les hommes n'ont plus d'amis."
Lettre à un otage (Carta a um Refém)
"Un sourire est souvent l'essentiel. On est payé par un sourire. On est animé par un sourire. Et la qualité d'un sourire peut faire que l'on meure."
"Les miracles véritables, qu'ils font peu de bruit !"
NOTA: A quem não se assustar muito com o francês
recomendo que visite o site oficial de Saint-Exupéry
Fim de Semana Bi-Familiar
Zarpámos de Lisboa antes das 20h00 de sexta-feira... antes ainda de chegar à ponte o Samuel estreou o popó novo! Não sei se da excitação, se da condução do papá que ainda se estáva a habituar ao bólide... mas o pobre xisbunhirgo deixou o lanche na sua cadeirinha, felizmente não foram visados os estofos do popó "nôvu"! A viagem foi célere e tão confortável! Assim, pouco passava das 22h00 quando aportámos ao portão vêvi da D. Bárbara!
Jantámos e fomos dormir porque o dia de Sábado seria em cheio! De manhã, papás e xibunhirgos aperaltados rumam em direcção à Igreja local para ver o Sr. Padre molhar e besuntar a prima Bábita! ;)
Portou-se bem a gaiata, não chorou e aguentou estoicamente água, óleos, flashs do fotógrafo e beijoquices dos restantes membros da família!

Samuel e Pai Bluno todos lindões!

Fuôres pá Mamã!

Xisbunhirga e vovó Carlota na risota!
Ontem fomos até ao Cartaxo para a festa dos 90 anos da vovó Lelé (como o Samuel chama a bisavó Soledade) onde os xibunhirgos brincáram desta vez com os primitos da família do papá (no sábado tinha sido a da mamã).
Hoje tenho a certeza que 10 mins depois do almoço estão os dois a dormir que nem uns anjinhos! E quem me dera a mim poder fazer o mesmo!
Samuel e Pai Bluno todos lindões!
Fuôres pá Mamã!
Xisbunhirga e vovó Carlota na risota!
sexta-feira, 20 de abril de 2007
De popó novo.... vruuum pr'ó Alentejo!
Fomos buscá-lo hoje á hora de almoço... e entregar a carrinha e o Zukinho.
Agora vamos buscar os miúdos e vamos para o Alentejo para o baptizado da prima Bábita!
Fiz hoje no meu Zukinho azul a minha derradeira viagem ... oh nostalgia!
Aquele carro fez parte das alturas mais loucas da minha vida! Comprá-lo foi um prémio que me ofereci por ter ganho uma vitória difícil!
Os 17 kms da ponte foram hoje um adeus aos meus anos de Faculdade às noitadas com a Tuna, às primeiras viagens de férias com o meu amor barrigudo que se voltou a habituar à condução depois de ter estado sem o fazer alguns anos no meu lindo Zukinho, quando ele passou a ser o nosso lindo Zukinho!
E durante esta viagem, que tantas vezes fiz, no rádio passou - por feliz coincidência o "125 Azul" dos Trovante... quase chorei!
Tive momentos no Zukinho em que vivi estas palavras:
125 Azul - Luís Represas e Trovante
Foi sem mais nem menos
Que um dia selei a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que me deu para abalar sem destino nenhum
Foi sem graça nem pensando na desgraça
Que eu entrei pelo calor
Sem pendura que a vida já me foi dura
P'ra insistir na companhia
O tempo não me diz nada
Nem o homem da portagem na entrada da auto-estrada
A ponte ficou deserta nem sei mesmo se Lisboa
Não partiu para parte incerta
Viva o espaço que me fica pela frente e não me deixa recuar
Sem paredes, sem ter portas nem janelas
Nem muros para derrubar
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Curiosamente dou por mim pensando onde isto me vai levar
De uma forma ou outra há-de haver uma hora para a vontade de parar
Só que à frente o bailado do calor vai-me arrastando para o vazio
E com o ar na cara, vou sentindo desafios que nunca ninguém sentiu
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Entre as dúvidas do que sou e onde quero chegar
Um ponto preto quebra-me a solidão do olhar
Será que existe em mim um passaporte para sonhar
E a fúria de viver é mesmo fúria de acabar
Foi sem mais nem menos
Que um dia selou a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que partiu sem destino nenhum
Foi com esperança sem ligar muita importância àquilo que a vida quer
Foi com força acabar por se encontrar naquilo que ninguém quer
Mas Deus leva os que ama
Só Deus tem os que mais ama
Deixo-vos com elas e com a música!
Bom Fim-de-Semana!
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