Deambulações nocturnas!
Esta noite, aliás era já quase manhã, acordei com um leve mas distinto ruído que se fazia ouvir no meu quarto.
Não era o "suave" roncar do gajo, nem vinha de algum dos vizinhos... mas estava lá. Os meus olhos varreram a penumbra do quarto à procura da fonte de tal ruído mas nada. Curiosa levantei-me da cama, dirigi-me ao quarto dos xisbunhirgos, constatei de imediato que apenas a cama de grades tinha ocupante, e esta dormia em silêncio!
Voltei ao quarto, já não se ouvia o tal ruído e não vi nada de especial, procurei no resto da casa: cozinha, casas de banho, roupeiros, sala, escritório... nada de Samuel. Não estava muito assustada o puto não teria ido longe que a porta da rua estva ainda fechada à chave... mas andava estupefacta... quem bem "escudido" estáva o raio do xisbunhirgo!
Voltei ao quarto disposta a acordar o gajo - que agora já roncáva a bom roncar - para me ajudar a procurá-lo! Qual o meu espanto quando dou com o Samuel ao pés da nossa cama, junto ao lado do pai. Deitado no chão, sobre a sua própria almofada, que tinha trazido da sua cama - e que fazia? Dormia descansado e aparentemente confortável aninhado no chão do quarto como um gatinho, todo enroladinho!
Peguei nele ao cólo, estremunhado ainda emitiu um "Mamã... não..." muito baixinho. "Vamos dormir para a caminha, filho que no chão não se dorme!" A resposta trôpega de sono foi "puquê?"
Eram 4h30, não sei desde quando ele ali estaria! O meu gatinho tonto!
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