domingo, 20 de janeiro de 2008

Fomos à Senôla Doutôla!

Foram ontem, as consultas de rotina dos 15 meses da Jú e 3 anitos do Sam.
Nada a assinalar senão que estão lindos e altos, o Samuel está no percentil 75 e a Jú no 90 de altura.

O Sam lá mostrou cheio de orgulho a sua barriga e as orelhas e... a pilinha com a respectiva cabecita de fora! O raio do miúdo agora deu-lhe para achar piada à coisa e sempre que vai à casa de banho ou depois da banhoca, pede para ver a cabecita que está escondida! Bom mas as boas notícias são que no que respeita à pele do prepúcio está tudo óptimo e não temos preocupações a esse nível.

Não há é nada neste mundo que faça o xisbunhirgo abrir a boca para mostrar a garganta e os dentes, só mesmo os truques de quem passa os dias a tratar destas coisas rabinas: Dra. Susana 1, Samuel 0. Zero são também as cáries, e está tudo porreiro com a sua boquita com todos os seus dentinhos de leite brancos como o dito!

Quanto à Julinha é uma corredora doida, uma "puladôla" (exploradora) como a Dóla - diz o manito. Fala uma linguagem um pouco estranha em que a palavra dominante é papá!:satisfied

Ora para que fique registado:
Júlia: 10.4 kg; 81.7 cm;
Samuel: 13.6 kg; 97.5 cm

Ambos têm um excelente desenvolvimento psicomotor e adquirem novas capacidades físicas e sociais quase diariamente. Em resumo são uns xisbunhirgos maravilhosos!

E agora algo de um livro que estou a ler e recomendo vivamente!

Danielle Laporte - in Favorecer a auto-estima dos 0 aos 6 anos

Se a automestima fosse narrada

Era uma vez um rei e uma rainha que desejavam ardentemente ter filhos. Porém todos os seus esforços eram em vão, o que os deixava muito infelizes. Um dia, no entanto, o seu desejo tornou-se realidade e a duplicar. De facto tiveram gémeos. Uma pequena rapariga encantadora e delicada e um pequeno rapaz esperto e robusto.

O rei e a rainha deram uma grande festa para a qual convidaram todas as fadas e os magos do reino. O casal queria que os seus filhos recebessem por prendas dotes maravilhosos. Tal como todos os pais do mundo, eles esperavam que so seus pequenos fossem felizes. As fadas inclinaram-se sobre o berço da rapariga e sopraram-lhe ao ouvido: «Pequena princesa, trazemos-te a beleza, a graciosidade, a doçura e a poesia.» Os magos inclinaram-se, por sua vez sobre o berço do rapaz e disseram-lhe ao ouvido «Pequeno príncipe trazemos-te a força, a determinação, o entusiasmo e a habilidade manual.»

Os anos passaram e as duas crianças desenvolveram-se harmoniosamente. No dia do seu quarto aniversário, as fadas e os magos foram convidados para o jantar. Estes puderam então verificar com alegria que as crianças tinham desenvolvido muito bem os dotes que lhes tinham oferecido, mas ficaram igualmente surpreendidos ao aperceberem-se que a rapariga era esperta, ágil e muito determinada, enquanto o rapaz era sensível, criativo, caloroso e brincalhão. Dirigiram-se então ao rei e à rainha para conhecer o nome do encantador que teria completado a sua própria magia.

O rei e rainha, radiantes de alegria, explicaram-lhes que eles próprios eram os encantadores e que a magia que eles tinham utilizado era a do amor e da esperança nos seus filhos: «Nós inculcámos nos nossos pequenos uma grande confiança em si», disseram ainda. «Evitámos compará-los e encorajámo-los a desenvolver o melhor deles próprios. Esta é a magia de que os pais dispõem e podem constatar até que ponto ela é potente.»

A partir desse dia, cada vez que nasce um bebé no reino, um mensageiro real relembra aos pais que eles detêm o poder mágico de favorecer a auto-estima dos seus filhos.



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